
Quando buscamos por tratamentos estéticos, como os de celulite ou estrias, nossa intenção é ter a autoestima elevada e nos sentirmos mais à vontade com o nosso corpo, certo? Ao mesmo tempo, desejamos resultados satisfatórios e duradouros. É aí que entra a estética ortomolecular!
Diferentemente dos tratamentos tradicionais, que costumam agir mais superficialmente na pele e, por isso, não conseguem entregar efeitos perenes, os genuinamente ortomoleculares têm ação mais profunda. Por agirem diretamente nas células, os resultados são superiores aos convencionais.
Ficou interessado em entender melhor em que consiste a estética ortomolecular? Saiba que o assunto é interessante e cheio de informações importantes. Confira, a seguir!
Conheça a estética ortomolecular
A estética ortomolecular, de um modo geral, começou com Linus Pauling, um químico americano, ganhador de um prêmio Nobel. Em suas pesquisas, ele observava a relação de vitaminas e sais minerais, além da ação dos radicais livres, — os quais ele chamava de terroristas celulares —, no corpo humano.
Esse especialista foi professor de um médico brasileiro chamado Dr. Tuffik Mattar, — que trouxe o conceito para o Brasil. Aqui, nós tivemos outros três profissionais que deram a início a esse trabalho.
Conhecidos como Dr. Efrain Olszewer, Dr. J. Bussade e o Dr. Tuffik Mattar Filho, cada um deles foi para um ramo de atividade. Dr. Efrain trabalhou muito na parte de ensino, Dr. J Bussade na parte de pesquisa de produto e Dr. Tuffik no atendimento clínico.
De modo geral, podemos dizer que o intuito da ortomolecular é estudar a fundo a bioquímica do organismo, conservando a vitalidade celular. A parte estética da abordagem visa promover saúde e embelezamento, por meio do funcionamento harmonioso das células.
Entenda como ela funciona
O princípio básico do tratamento genuinamente ortomolecular é trabalhar com as células do nosso corpo, eliminando, delas, todas as toxinas, como os radicais livres, e alimentando-as com bons nutrientes.
Ao falarmos de radicais livres, podemos fazer uma analogia desses terroristas celulares com a ferrugem do ferro, que, ao sofrer oxidação, vai se deteriorando com o tempo. Com o nosso corpo é a mesma coisa.
Assim como precisamos retirar a ferrugem do ferro, para afastar os danos que essa substância causa, nós precisamos retirar os radicais livres do organismo. Os antioxidantes existem para isso. Então, quando eles são eliminados, é possível proporcionar mais saúde e longevidade ao paciente.
Na abordagem ortomolecular, é importante, ainda, diferenciar as diversas intervenções existentes. Costumamos nos referir à prática “genuinamente ortomolecular”, para distingui-la de outras que carregam o nome “ortomolecular”, mas não condizem com o propósito original. Essas segundas carregam aditivos que as primeiras não levam na composição.
Podemos comparar esse processo à comida japonesa, que, quando chegou ao Brasil, recebeu complementos, tornando-a diferente da encontrada no Japão. Quem já experimentou a original consegue perceber nitidamente a diferença para a adaptação.
Na estética, a maior distinção é que a estética genuinamente ortomolecular desintoxica, ao eliminar os radicais livres. Já a ortomolecular tem um efeito mais relativizado, já que recebe oligoelementos, podendo ser chamada, também, de oligoterapia. Pode ser benéfica, mas não proporciona a mesma experiência que a primeira.
Saiba quais são seus benefícios
Quando os radicais livres são eliminados, acontece a desinflamação do corpo e, em seguida, o tratamento acontece de forma mais profunda. Assim, os resultados são mais intensos e duradouros, já que a atuação no interior da célula é maior.
Gostamos de ilustrar isso mencionando o tratamento de estrias. Quando elas atingem a cor branca, significa que o corpo não produz mais melanina naquele local, o que torna essa disfunção estética quase impossível de ser tratada. Hoje, com a genuína estética ortomolecular, é possível reduzir a aparência dessas estrias em até 95%, com, aproximadamente, três sessões.
Claro que outros fatores, como a alimentação e hábitos pessoais também influenciam nesse aspecto. Mas, em síntese, podemos obter:
resultados físicos muito evidentes;resultados rápidos e em poucas sessões;resultados duradouros, que atingiram internamente no corpo.
Com isso, a genuína estética ortomolecular repara, também, nosso bem-estar, nossa autoestima e, até, nossa saúde emocional.
Veja como realizar o tratamento
Primeiro, é importante se certificar de que o esteticista trabalha com produtos genuinamente ortomoleculares, para que você consiga ter um resultado mais efetivo. Depois, recomenda-se buscar profissionais realmente especializados e coerentes.
Quanto à especialização, é importante os cursos tenham sido realizados em instituições reconhecidas. Já a coerência, é possível observar se ele consegue praticar no dia a dia a ideia que vende.
Outro ponto para colocar em prática é a manutenção. Na clínica, o tratamento é feito na cabine, mas o paciente precisa ter atenção aos produtos home care, que também são importantes, para resultados mais expressivos.
Além disso, deve-se levar em consideração que o tempo passa. Com isso, nossas células se modificam e enfraquecem naturalmente devido à idade e alimentação, — atualmente, menos rica em nutrientes, se comparada a alguns anos atrás.
Dessa forma, o indicado seria, a partir do momento que você consegue o resultado desejado, não se acomodar, assim como uma empresa que, quando chega ao patamar ideal, não pode simplesmente parar de evoluir ainda mais. É exatamente desta forma na nossa vida também: não podemos parar só por já termos chegado aonde queríamos.
Quando atingimos o objetivo, prosseguir se torna mais fácil, já que precisamos apenas realizar pequenas manutenções, ainda que sutis, mas disciplinadas. Isso não quer dizer que quem chega à terceira idade, sem ter realizado algum tratamento deva desistir.
Claro que quanto antes começarmos, melhor. No entanto, nossas células reagem de maneira tão intensa a uma intervenção genuína ortomolecular, que essas pessoas também conseguem se beneficiar dos bons resultados.
Aliás, dentro do conceito da medicina ortomolecular, a expectativa de vida é entre 120 e 130 anos, — desde que se consiga ter acesso a bons produtos e a uma qualidade de vida adequada.
Resumindo, para realizar tratamento efetivos, é necessário contar com um profissional bem qualificado, que trabalhe com os produtos corretos. Mas, lembrando: a manutenção não deve ficar de lado!
Enfim, a genuína estética ortomolecular tem a capacidade de proporcionar o equilíbrio natural das células do corpo. Seus efeitos, no organismo, vão além da estética, já que aumenta a qualidade de vida, previne doenças, combate radicais livres e retarda o envelhecimento, — tipo de intervenção completa e profunda, não encontrada em outros tratamentos mais convencionais.
Gostou do conteúdo? Então, que tal entender, no próximo artigo, como funciona a técnica de redução de gordura localizada?
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